politicsWednesday, September 30, 20265 sources

TV Globo realiza debates presidenciais e governatoriais com candidatos a presidente e governador do Brasil

A TV Globo realizou debates presidenciais e governatoriais no Brasil em 1º de outubro de 2026, com a participação de candidatos como Flávio Bolsonaro, Lula da Silva e Tarcísio de Freitas. O debate presidencial foi o último antes do primeiro turno das eleições. No Rio de Janeiro, Eduardo Paes liderou o debate governatorial, enquanto em São Paulo, Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad discutiram temas como economia e segurança.

No debate presidencial da TV Globo, Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante) confirmaram participação, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda não confirmou presença. O ex-ministro Camilo Santana afirmou que Lula 'vai participar', mas aliados do presidente avaliam que ele seria alvo dos adversários. O debate foi transmitido ao vivo pela TV Globo, GloboNews e g1, após o Jornal Nacional, sendo o último antes do primeiro turno das eleições de 2026. No debate governatorial do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD) teve o melhor desempenho, com nota 3,3, seguido por William Siri (PSOL) com 2,5 e André Marinho (Novo) com 1,3. No debate de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT) travaram um embate técnico sobre temas como corrupção, crime organizado e déficit fiscal, com média de 3,8 em uma escala de 1 a 5. Haddad cobrou transparência sobre renúncias fiscais, enquanto Tarcísio reclamou do déficit primário durante o governo Lula.

Timelines

Sources

IndependentGloboSep 30, 08:04 AM
Quem venceu no Rio e em SP? Colunistas do GLOBO dão nota ao desempenho de candidatos nos debates; confira

Os principais candidatos ao governo do Rio de Janeiro e de São Paulo participaram, nesta terça-feira, dos debates realizados pela TV Globo. O desempenho de cada um deles foi avaliado pelos colunistas do GLOBO. Em São Paulo, não houve vencedor. No Rio, que teve a atuação mais destacada foi o ex-prefeito da capital Eduardo Paes (PSD). Pesquisa Quaest Rio: Eduardo Paes tem 34%, contra 25% de Douglas Ruas a cinco dias da eleição Pesquisa Quaest SP: Tarcísio abre 20 pontos sobre Haddad, e pesquisa indica vitória em 1º turno Paes recebeu uma nota 3,3 em uma escala que vai de 1 a 5. William Siri (PSOL) conquistou o segundo lugar, com nota 2,5. O pior desempenhou foi de André Marinho (Novo), que ficou com 1,3. Quanto maior o número atribuído pelo jornalista, melhor foi a atuação de cada um na busca pelo voto. Veja as notas abaixo: Initial plugin text Desempenho em São Paulo Em São Paulo, o atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), candidato à reeleição, e Fernando Haddad (PT), ex-ministro da Fazenda do governo Lula, fizeram um debate equilibrado. A avaliação é dos colunistas do GLOBO Vera Magalhães, Pablo Ortellado, Bela Megale e Fabio Graner. O duelo entre os dois candidatos foi marcado pelo uso intenso do "economês", debate fiscal e uma batalha de números. Os dois terminaram o debate empatados com média de 3,8 em uma escala que vai de 1 a 5. Quanto maior o número atribuído pelo jornalista, melhor foi a atuação de cada um na busca pelo voto. Initial plugin text Veja a posição de cada colunista do GLOBO: VERA MAGALHÃES Tarcísio de Freitas: O governador de São Paulo tem os dados de seu governo na ponta da língua e às vezes soa enfadonho, mas é um tipo de figurino que o paulista adora: técnico e comprometido. Só superficialmente defendeu os Bolsonaro pai e filho. Fernando Haddad: Diante da distância nas pesquisas, o candidato do PT fez aquilo que era a razão da sua candidatura: comparar os governos Lula e Bolsonaro e tentar sensibilizar o eleitor paulista para a eleição nacional e os riscos de negacionismo e ataques à democracia. PABLO ORTELLADO Tarcísio de Freitas: Tarcísio defendeu o legado de seu governo e demonstrou conhecer as políticas públicas sob seu controle. Foi confiante e técnico, mas talvez o eleitor não tenha entendido suas prioridades e sua identidade política. Fernando Haddad: Em quase todos os assuntos, Haddad enfatizou o papel do governo federal, lembrando ao eleitor que está ali fundamentalmente para dar palco para Lula no estado de São Paulo. Foi técnico como Tarcísio, mas mais reativo. BELA MEGALE Tarcísio de Freitas: Com dados na ponta da língua e uma situação confortável nas pesquisas, Tarcísio respondeu aos questionamentos de Haddad com tranquilidade. Fez críticas incisivas ao petista, mas sem ataques abaixo da linha da cintura. Trouxe o debate para questões estaduais e defendeu bem as políticas de seu mandato. Fernando Haddad: O candidato nacionalizou boa parte do debate e cumpriu bem o papel de mostrar feitos do governo Lula e apoio ao estado de São Paulo, especialmente via PAC. Encerrou o debate listando acusações que pesam sobre Flávio Bolsonaro e defendendo a reeleição de Lula. Criticou pontos certeiros da gestão Tarcísio, especialmente na educação e segurança pública, mas de maneira respeitosa e com propostas consistentes. FABIO GRANER Tarcísio de Freitas: Consegue vender o personagem de gestor para o eleitor paulista ao mostrar conhecer os programas de seu governo. Começou o debate dominante, mas perdeu terreno com Haddad mais afiado nos blocos seguintes. Com liderança folgada nas pesquisas, conseguiu evitar danos definitivos. Fernando Haddad: Começou meio apático e sem inspiração, mas a partir do segundo bloco ganhou tração e conseguiu gerar momentos mais difíceis para Tarcísio, especialmente nos temas das renúncias fiscais e da Sabesp. Aproveitou melhor as considerações finais para reforçar seu papel na eleição nacional e atacou diretamente o candidato à presidência Flávio Bolsonaro e associá-lo a casos de corrupção em investigação.

IndependentGloboSep 30, 08:01 AM
Quem vai ao debate da Globo entre candidatos a presidente? Saiba quem confirmou

Flávio Bolsonaro (PL) confirmou que participará do debate presidencial da TV Globo, marcado para quinta-feira, 1º de outubro. Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante) também são esperados no encontro, o último antes do primeiro turno das eleições de 2026. O Globo eleições: participe da comunidade e saiba tudo sobre as campanhas, debates e sabatinas Faça o teste: descubra com qual candidato a presidente você mais se identifica O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda não confirmou sua presença. Até terça-feira, 29 de setembro, a tendência era que o candidato à reeleição não comparecesse, embora o ex-ministro de seu governo Camilo Santana tenha afirmado que Lula “vai participar”. Aliados do presidente avaliam que ele seria alvo dos adversários e teria pouco tempo para responder aos ataques. A lista de participantes poderá incluir Romeu Zema (Novo). Uma decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, tomada nesta terça-feira, abriu caminho para a participação dos candidatos do partido nos debates. A medida deve obrigar a Globo a convidar Zema, mas não representa uma confirmação de presença do candidato. O debate será transmitido ao vivo pela TV Globo, pela GloboNews e pelo g1, logo após o Jornal Nacional. O primeiro turno será realizado no domingo, 4 de outubro. Initial plugin text

IndependentGloboSep 30, 08:01 AM
Quem ganhou o debate da Globo para governador do Rio de Janeiro? Veja as notas dos colunistas do GLOBO

Nesta terça-feira, a TV Globo realizou o último debate entre os candidatos ao governo do Rio de Janeiro antes do primeiro turno. Segundo a avaliação dos colunistas do GLOBO Lauro Jardim, Bernardo Mello Franco, Merval Pereira e Thomas Traumann, o ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (PSD) teve o melhor desempenho. O postulante recebeu uma nota 3,3 em uma escala que vai de 1 a 5. William Siri (PSOL) conquistou o segundo lugar, com nota 2,5. O pior desempenhou foi de André Marinho (Novo), que ficou com 1,3. Quanto maior o número atribuído pelo jornalista, melhor foi a atuação de cada um na busca pelo voto. Veja o placar: Initial plugin text

IndependentGloboSep 30, 07:56 AM
Lula vai ao debate presidencial da Globo? Veja as regras em caso de ausência

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda não confirmou sua participação no debate presidencial da TV Globo, marcado para quinta-feira, 1º de outubro. Até esta terça-feira, 29 de setembro, a tendência era que o candidato à reeleição não comparecesse, embora o ex-ministro de seu governo Camilo Santana tenha afirmado que Lula “vai participar”. O Globo eleições: participe da comunidade e saiba tudo sobre as campanhas, debates e sabatinas Faça o teste: descubra com qual candidato a presidente você mais se identifica Caso um candidato falte, as regras preveem que seu lugar permaneça vazio, com uma placa com seu nome. Quando chegar sua vez de perguntar, conforme o sorteio, o espaço será destacado na transmissão e o mediador lembrará sua ausência. A emissora informou ainda às campanhas que poderá convidar outro candidato caso algum dos convidados não participe. A possibilidade de substituição não significa inclusão automática de um concorrente. Na primeira rodada de tema livre, no segundo bloco, os participantes poderão usar até 30 segundos para apresentar a pergunta que fariam ao ausente. Depois, deverão escolher um adversário presente para dar continuidade ao debate. A Globo também informou que poderá convidar outro concorrente em caso de ausência, sem inclusão automática. O encontro será transmitido ao vivo pela TV Globo, pela GloboNews e pelo g1, após o Jornal Nacional. Será o último debate presidencial previsto antes do primeiro turno, marcado para domingo, 4 de outubro. Foram convidados os candidatos Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante). Flávio anunciou que participará mesmo sem a presença de Lula. Initial plugin text

IndependentGloboSep 30, 07:41 AM
Debate da Globo em SP: Tarcísio e Haddad apostam no 'economês' e travam embate nacional sobre segurança e corrupção

O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o adversário Fernando Haddad (PT), ex-ministro da Fazenda do governo Lula, travaram embates sobre temas nacionais como corrupção, crime organizado e crescimento do deficit fiscal, e abusaram de termos técnicos da economia durante o debate da TV Globo na noite de terça-feira. Candidatos tiveram embates sobre segurança e corrupção, além de festival de termos técnicos O encontro também foi marcado por bate-bocas mais acirrados. No terceiro bloco, Haddad pressionou e interrompeu Tarcísio ao questioná-lo repetidas vezes sobre se “entregou ou não” metas na educação. Tarcísio deu o troco pouco depois, ao surpreender Haddad dizendo que o estado recebeu um “selo ouro” do Ministério da Educação, reconhecimento que Haddad aparentemente desconhecia. A plateia teve a presença de candidatos ao Senado. Um dia após desistir da candidatura para evitar dividir votos da direita, como desejava Tarcísio, Ricardo Salles (Novo) participou da comitiva do governador. Também estavam os dois aliados que seguem na disputa: Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL). Haddad chegou acompanhado das candidatas de sua chapa, as ex-ministras Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB). Momento ‘economês’ A dupla protagonizou uma briga de números e termos técnicos no segundo bloco, quando Haddad cobrou transparência sobre as renúncias fiscais do estado e Tarcísio reclamou do deficit primário durante os três anos do governo Lula. — O Tribunal de Contas diz que (a renúncia fiscal em SP) é uma caixa preta, só o governador e algumas pessoas sabem, e recomenda abrir, como fizemos no governo federal. Abra as contas, CNPJ por CNPJ de todos os bilionários que têm algum tipo de incentivo — provocou o petista. O governo de São Paulo teve custo previsto de R$ 85,6 bilhões com renúncias fiscais a empresas paulistas este ano. Tarcísio negou falta de transparência afirmando ter criado um campo específico na nota fiscal eletrônica com a identificação dos benefícios tributários. O governador foi para o ataque abordando o endividamento e o “recorde de recuperação judicial” de empresas no país. E perguntou que conselhos o ex-ministro da Fazenda daria para o presidente da República sobre ajuste fiscal. — O que você tem para falar com os pais de família que estão perdendo os seus empregos? — indagou Tarcísio, que depois acusou o adversário de praticar “negacionismo fiscal”. O petista alegou que recebeu “calotes” de Paulo Guedes, ministro da Economia do governo Bolsonaro, mas que não “discriminou” o rival nas urnas, que o teria procurado em seu gabinete para pedir verbas. — Sabe que tem dois calotes na história do Brasil, o do Collor e o do Bolsonaro. Collor na poupança e Bolsonaro nos precatórios. Daí para frente, os dois passaram a discutir sobre relação dívida x PIB, deficit orçamentário, arcabouço fiscal, despesa primária e reforma tributária, sem detalhar o que significam os conceitos. Em certo momento, chegaram a protagonizar um embate sobre as diferenças entre o deficit orçamentário e o deficit fiscal. Ainda na economia, eles divergiram sobre os resultados do governo de Javier Milei, na Argentina. Milton Leite e PCC Logo na primeira pergunta, Haddad escolheu como tema a segurança pública, uma bandeira de Tarcísio, criticando um suposto avanço do Comando Vermelho na região de Piracicaba, onde o Ministério Público prendeu suspeitos apontados como integrantes do “Bonde do Magrelo”. — Onde estão essas pessoas agora? Estão presas, porque a nossa polícia trabalhou — rebateu Tarcísio, que defendeu sua gestão a partir de dados de criminalidade em queda, como roubo de carga, e celebrou a dispersão do fluxo da Cracolândia. O petista atribuiu o sucesso das operações à atuação do MP e alfinetou o adversário porque ele dividiu o palanque com Milton Leite (União), ex-vereador preso por suspeitas de comandar uma empresa de ônibus que lavaria dinheiro para o PCC. — Quinze dias atrás, você estava pedindo voto para os filhos do Milton Leite, que controla a prefeitura inteira, em particular o sistema de transportes da capital. É uma espécie de prefeito sombra — disse Haddad. Tarcísio devolveu alegando que Haddad esteve junto com a irmã de Léo do Moinho, apontando como chefe do tráfico de drogas, em um evento do governo federal. Disse ainda que a lobista Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís, o Lulinha, filho do presidente Lula, fez menções positivas a ele na internet. Ela é acusada de tráfico de influência no governo federal. Bate-bocas No terceiro bloco, Haddad pressionou Tarcísio diante da queda de posições da rede paulista no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), do Ministério da Educação, da 3ª para 10ª colocação entre os estados no ensino médio, e destacou promessas não cumpridas pelo governador. — Você prometeu, em 2022, 60% da matrícula em tempo integral ao final do seu mandato. Você entregou o que prometeu? Tarcísio respondeu: — Em não entregar você tem bastante experiência, porque não entregou no seu mandato como prefeito. Os dois então bateram boca brevemente sobre o tema: Haddad insistiu para que Tarcísio respondesse, ao que o candidato do Republicanos pediu para o oponente não interrompê-lo. Haddad defendeu sua gestão como prefeito, alegando que subiu um ponto no Ideb dos anos iniciais do ensino fundamental, mas que o indicador segue o mesmo após uma década. E procurou desgastá-lo por frentes como a defasagem na alfabetização na idade certa. — Se não está funcionando porque recebemos o selo ouro do MEC em alfabetização este ano? — rebateu Tarcísio, em referência a uma certificação criada no fim de 2024. Neste momento, Haddad se manteve em silêncio por alguns segundos. O candidato do PT respondeu que São Paulo estava abaixo da média nacional e então admitiu que não sabia do que o governador estava falando. — Pergunta pro Camilo, então — arrematou Tarcísio, citando o ex-ministro da Educação, Camilo Santana. Herança da pandemia Tarcísio escolheu entre os temas a saúde. Afirmou que inaugurou 14 hospitais durante o mandato e que complementa a tabela do SUS para procedimentos: — O governo federal está participando cada vez menos do financiamento da saúde em todas as cidades de São Paulo, pode perguntar para qualquer prefeito. Haddad aceitou a nacionalização do debate e disse que o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro deixou um “caos” no Ministério da Saúde com a gestão da pandemia. — Você tem ideia do estoque de procedimentos represados por causa da pior gestão do mundo da pandemia, que aconteceu aqui? 2,7% da população e 10% de mortes de covid-19.