politicsWednesday, October 28, 20262 sources

Flávio Bolsonaro Suspected of Fleeing Brazil After Election Loss, U.S. Grants Visa, PF Cancels Passports

Flávio Bolsonaro, son of former President Jair Bolsonaro, failed to surrender his passports to the Polícia Federal (PF) by the deadline set by Supreme Court Justice Alexandre de Moraes, leading to their cancellation. He was reported to have traveled to Puerto Iguazú, Argentina, and attempted to fly to Miami, United States, but the flight was canceled. The U.S. Department of State confirmed it would issue visas to him and his family, allowing them to enter the United States.

Flávio Bolsonaro did not surrender his passports to the Polícia Federal (PF) by the deadline set by Supreme Court Justice Alexandre de Moraes. The PF canceled his passports after he failed to comply with the judicial order. He was reported to have traveled to Puerto Iguazú, Argentina, and attempted to fly to Miami, United States, but the flight was canceled. The U.S. Department of State confirmed it would issue visas to Flávio Bolsonaro and his family, allowing them to enter the United States. The Brazilian government claims there is no formal record of Flávio Bolsonaro leaving the country.

Where Sources Diverge

The New York Times reported that Flávio Bolsonaro was forced to surrender his passport due to an investigation into money laundering, while other sources reported that the PF canceled his passports after he failed to comply with the judicial order.

globo

The New York Times reported that Flávio Bolsonaro was forced to surrender his passport due to an investigation into money laundering.

globo

The BBC reported that the police canceled Flávio Bolsonaro's passports after he failed to surrender them.

The Guardian reported that Flávio Bolsonaro boarded a flight to the United States after missing the deadline to surrender his passport, while other sources reported that the flight was canceled.

globo

The Guardian reported that Flávio Bolsonaro, an extreme-right senator, boarded a flight to the United States after missing the deadline to surrender his passport.

globo

The New York Times reported that Flávio Bolsonaro was forced to surrender his passport due to an investigation into money laundering.

The BBC reported that the police canceled Flávio Bolsonaro's passports after he failed to surrender them, while other sources reported that the PF canceled his passports after he failed to comply with the judicial order.

globo

The BBC reported that the police canceled Flávio Bolsonaro's passports after he failed to surrender them.

globo

The PF canceled Flávio Bolsonaro's passports after he failed to comply with the judicial order.

The New York Times reported that Flávio Bolsonaro was forced to surrender his passport due to an investigation into money laundering, while other sources reported that the PF canceled his passports after he failed to comply with the judicial order.

globo

The New York Times reported that Flávio Bolsonaro was forced to surrender his passport due to an investigation into money laundering.

globo

The PF canceled Flávio Bolsonaro's passports after he failed to comply with the judicial order.

Timelines

Sources

IndependentGloboOct 28, 01:21 AM
Imprensa mundial repercute ida de Flávio Bolsonaro para os EUA após derrota e diz que 'governo Trump participou da fuga'

Fora do Brasil, a possível ida do senador Flávio Bolsonaro (PL) para os Estados Unidos após a derrota nas urnas neste domingo começou a ganhar espaço na mídia internacional. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não entregou os passaportes à Polícia Federal (PF) no prazo determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Durante a madrugada desta terça-feira, o site argentino Infobae informou que o candidato do PL chegou à Argentina, em Puerto Iguazú, onde pegaria um voo particular rumo a Miami, nos Estados Unidos — o trajeto, no entanto, foi cancelado. A PF apura se e como ele deixou o país. O que se sabe sobre a possível saída de Flávio Bolsonaro do Brasil após derrota nas eleições Flávio Bolsonaro não entrega os passaportes à Polícia Federal, e aliados são informados de que ele está a caminho dos EUA O jornal americano The New York Times publicou que Flávio foi obrigado a entregar o passaporte em investigação de lavagem de dinheiro após ordem do STF. “O Supremo Tribunal Federal do Brasil ordenou à polícia que apreendesse o passaporte do Sr. Bolsonaro, que perdeu a eleição presidencial, devido a seus vínculos com uma investigação”, publicou. The New York Times: Jornais internacionais repercutem a possível fuga de Flávio Bolsonaro The New York Times O Jornal The Guardian destaca que o “senador de extrema direita embarcou para os EUA após perder prazo para entregar passaporte”. O veículo pontuou que ele teria fugido do Brasil após perder a eleição presidencial. “O candidato derrotado Bolsonaro deixa o Brasil rumo aos EUA após, supostamente, não entregar seus passaportes em meio a uma investigação criminal”, publicou a CNN dos EUA. A Reuters também destacou que “fontes dizem que Flávio Bolsonaro viajou para os Estados Unidos após perder a eleição”. Já a BBC afirmou que os passaportes de Flávio Bolsonaro foram cancelados após o senador não os entregá-los: “A polícia brasileira informou ter cancelado os passaportes do candidato derrotado à presidência, Flávio Bolsonaro, de direita, após ele não ter cumprido a ordem de entrega dos documentos”. A repercussão também chegou a outros continentes. Na mídia francesa, o jornal Le Monde pontuou a dinastia política dos Bolsonaros. O veículo pontua que, “apesar das recentes pesquisas lhe serem favoráveis, Flávio Bolsonaro não venceu a eleição presidencial no Brasil. Ele foi derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva, o atual líder de esquerda, que obteve 51,79% dos votos, contra 48,21% do candidato ultraconservador”. Le Monde: mídia internacional repercute possível fuga de Flávio Bolsonaro Le Monde O Le Figaro também deu destaque para o episódio. “Brasil: Suspeitas de financiamento estrangeiro da campanha de Bolsonaro surgem após ordem judicial para investigação”, escreveu. Já o Euronews pontuou que a polícia investiga possível fuga de Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos via Argentina. O jornal cita as informações da Infobae, que diz que o senador cruzou a fronteira para Puerto Iguazú ao amanhecer e depois voou para os Estados Unidos em um avião particular. “Eles alegam que o governo Trump participou da fuga de Flávio Bolsonaro e que lhe concederá abrigo”, destaca o La Nacion, na Argentina, onde a notícia começou. Segundo o jornal, a última vez que Flávio Bolsonaro viajou aos Estados Unidos foi no final de maio, quando, conseguiu tirar uma foto com o presidente americano Donald Trump no Salão Oval. O El País também destacou a possível ida do senador para os EUA após derrota eleitoral contra Lula.”Fontes próximas ao líder da extrema direita e fontes oficiais dos EUA confirmam sua fuga após ele se recusar a entregar seus passaportes ao juiz que o investigava”, pontuam. El País: Imprensa internacional repercute possível fuga de Flávio Bolsonaro El País O veículo La Gaceta afirmou que, segundo relatos, Flávio Bolsonaro deixou o Brasil rumo aos Estados Unidos, apesar de uma ordem judicial que o proibia de fazê-lo. O jornal afirma que “uma fonte próxima à família Bolsonaro confirmou que o senador está em um voo para aquele país, embora as autoridades brasileiras e argentinas ainda não tenham registrado formalmente sua partida”. *Estagiária sob supervisão de Cibelle Brito

IndependentGloboOct 28, 01:19 AM
Governo Trump diz que dará visto para Flávio Bolsonaro e permitirá entrada dele nos EUA

O Departamento de Estado dos Estados Unidos informou que irá conceder vistos a Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e para a sua família e permitirá a entrada deles no país. A gestão de Donald Trump não informou, porém, se o senador já está no território americano. Interlocutores do candidato derrotado à Presidência foram informados de que o senador teria embarcado para os Estados Unidos. A Polícia Federal (PF) cancelou os passaportes de Flávio após ele descumprir a decisão judicial que deteminou a entrega dos documentos até a manhã desta terça-feira. Aliados do parlamentar receberam a informação de que ele deixou o Brasil após a ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para a apreensão. Cinco interlocutores do candidato derrotado à Presidência foram informados de que o senador teria embarcado para os Estados Unidos. Segundo os investigadores, não há nenhum registro formal de saída de Flávio do Brasil — ou seja, ele não teria passado por nenhum posto de imigração. Procurada, a defesa do parlamentar ainda não se pronunciou sobre a saída do país. A possibilidade de deixar o país após a derrota eleitoral para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) começou a ser discutida por Flávio com aliados ainda no domingo. A princípio, o senador havia decidido que apenas a mulher e as filhas viajariam ao exterior, por questões de segurança, segundo interlocutores. A avaliação mudou depois que Moraes determinou a entrega dos passaportes à Polícia Federal sob risco de fuga. Contrariado com a decisão e convencido de que poderia ser preso, Flávio teria decidido acompanhar a família. Alvo de inquéritos Flávio é alvo de dois inquéritos no STF. Em um deles, sob relatoria de Moraes, a PF apura suspeitas de participação do senador em um suposto esquema de lavagem de dinheiro envolvendo o advogado Willer Tomaz, que está fora do país desde agosto, segundo a PF. O senador também é alvo de uma investigação sobre o financiamento do filme "Dark Horse", cinebiografia de seu pai que contou com recursos do banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Master. Na segunda-feira, Flávio foi intimado por agentes da PF a apresentar o seu passaporte num prazo de até 24 horas, por ordem de Moraes. A determinação foi descumprida pelo parlamentar. Em vídeo publicado em suas redes sociais, o parlamentar disse ter sido abordado no meio da rua, após deixar o condomínio onde mora, no Lago Sul, em Brasília, a caminho da casa do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. — Hoje de manhã eu fui visitar o meu pai, como vocês sabem, ele está em prisão domiciliar. E quando eu estava saindo, a Polícia Federal do Lula estava na porta da casa dele e no meio da rua eu fui intimado a entregar os meus passaportes e também estou proibido de deixar o país. A decisão do Alexandre de Moraes se baseou numa fala do Eduardo de 23 de outubro de que eu deveria deixar o país se eu perdesse a eleição — afirmou Flávio, em vídeo divulgado nas redes sociais. Na ocasião, negou que tivesse intenção de deixar o país: — Eu nunca pensei em sair do país. Eu vou entregar os meus passaportes e vou me defender dessa aberração, que é uma clara tentativa de me intimidar. Mas ninguém vai me calar — declarou ele. Na sexta-feira passada, o deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) defendeu que, em caso de derrota nas urnas, Flávio deveria deixar o país. A entrevista foi dada a um programa dos Estados Unidos, onde ele mora, antes do resultado das urnas que mostrou a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). — Se meu irmão não ganhar, eu sou a favor de que meu irmão saia do país. Com certeza — disse Eduardo, que na mesma entrevista afirmou que, em caso de derrota, o irmão deveria contestar o resultado das urnas. A primeira informação sobre uma suposta saída de Flávio do Brasil foi publicada pelo site argentino Infobae, durante a madrugada. A publicação reportou que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro teria ingressado na Argentina, por Puerto Iguazú, onde pegaria um voo particular rumo a Miami, nos Estados Unidos. O voo informado, porém, foi cancelado. Em nota enviada nesta terça-feira, a Direção Nacional de Imigração e a Casa Rosada, órgão do governo argentino, afirmaram não ter registrado qualquer entrada de Flávio no país. Diante da repercussão do caso, disseram os órgãos, as autoridades iniciaram os procedimentos de fiscalização da aeronave e da tripulação. “Constatou-se que a documentação da empresa está regular e não foi apresentado nenhum plano de voo que inclua a família Bolsonaro", ressalta o comunicado. Segundo o jornal Clarín, a única explicação dada para o cancelamento do voo para Miami foi que "um dos passageiros teve um problema". O jornal também informou que a lista de passageiros nunca foi entregue ao Serviço de Imigração e Alfândega. Questionado se Flávio fugiu do país, o coordenador da campanha, senador Rogério Marinho (PL-SP) disse que ele estava no Brasil. Em seguida, encaminhou à reportagem uma nota da Bloomberg com uma declaração de Fabián Fernández, secretário de Comunicação e Imprensa do governo argentino, de que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro não entrou no país. Aliados e integrantes da defesa de Flávio afirmaram mais cedo que não conseguiram contato com o senador nesta terça-feira. Segundo os advogados, estava previsto um encontro com o parlamentar pela manhã para recolher seus passaportes e cumprir a determinação de Moraes. A reunião, no entanto, não ocorreu porque a equipe jurídica não conseguiu localizar o parlamentar. Na manhã desta segunda-feira, na casa do senador, em um condomínio fechado no Lago Sul, em Brasília, uma música gospel foi reproduzida em alto volume. O louvor entoado era "Bondade de Deus". No dia anterior, na segunda-feira, Flávio participou de uma reunião com alguns aliados, entre eles Marinho e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e depois teria voltado para casa, no Lago Sul, em Brasília. Um comboio de carros saiu do local por volta das 20h. Não se sabe se o senador e a família estavam em algum dos veículos. Foro privilegiado Flávio tem mandato de senador até fevereiro de 2027, quando deixará o Congresso Nacional. Mesmo após a perda do cargo, porém, as investigações das quais é alvo permanecerão sob a competência do Supremo. Isso porque a Corte firmou, em março de 2025, um novo entendimento sobre o foro por prerrogativa de função, estabelecendo que investigações e ações penais relacionadas a crimes cometidos durante o exercício do cargo e em razão das funções desempenhadas devem permanecer no tribunal mesmo depois do fim do mandato. A decisão, tomada por sete votos a quatro, alterou a jurisprudência anterior, que previa, como regra, o envio dos processos à primeira instância quando a autoridade deixava o cargo. O entendimento foi posteriormente complementado pelo Supremo em maio deste ano. No caso de Flávio, a manutenção das investigações no STF dependerá do enquadramento dos fatos apurados nesses critérios, especialmente da existência de relação entre os supostos crimes e o exercício do mandato parlamentar. Na sexta-feira passada, o deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) defendeu que, em caso de derrota nas urnas, Flávio deveria deixar o país. A entrevista foi dada a um programa dos Estados Unidos, onde ele mora, antes do resultado. Neste domingo, Flávio Bolsonaro perdeu as eleições para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que foi reeleito ao cargo. — Se meu irmão não ganhar, eu sou a favor de que meu irmão saia do país. Com certeza. Com certeza — disse Eduardo, que na mesma entrevista afirmou que, em caso de derrota, o irmão deveria contestar o resultado das urnas.